quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Sistema Nervoso



Video muito interessante que fala sobre o sistema nervoso e sua constituição. Aconselho todos assistirem!
INCRÍVEL!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Hematopoiese

O sangue é um tecido primordial para à manutenção de todos os demais tecidos e órgãos do organismo humano.  O sangue é, basicamente, formado por uma parte líquida (o plasma) e por células (hemácias, plaquetas e leucócitos). O plasma contem proteínas que entre outras ações atuam na defesa do organismo e ajudam a controlar hemorragias, as hemácias transportam o oxigênio para todo o organismo, as plaquetas controlam sangramentos e os leucócitos combatem infecções.


A hematopoiese tem início no saco vitelínico fetal e, mais tarde, passa a ocorrer de modo predominante no fígado e no baço. Estudos recentes demonstraram que, nesses tecidos, há desenvolvimento de ilhas de hematopoiese a partir de hemangioblastos – progenitores comuns das células hematopoiéticas e endoteliais. As primeiras células sanguíneas do embrião surgem muito precocemente, no mesoderma do saco vitelínico. Posteriormente, o fígado e o baço funcionam como órgãos hemocitopoéticos temporários. Entretanto, no segundo mês de vida intra-uterina, já é iniciado o processo de ossificação da clavícula e tem início a formação da medula óssea, que se torna cada vez mais importante como órgão hemocitopoético. Na vida pós-natal, os eritrócitos, granulócitos, linfócitos, monócitos e plaquetas se originam a partir de células-tronco da medula óssea vermelha. Conforme o tipo de glóbulo formado, o processo recebe os seguintes nomes: eritropoese, granulocitopoese, linfocitopoese, monocitopoese e megacariocitopoese. Muitos linfócitos são formados na medula óssea, porém existe proliferação dessas células nos órgãos linfáticos, a partir de linfócitos originados na medula óssea. As células sanguíneas passam por muitos estágios de diferenciação e maturação na medula óssea, antes de passarem para o sangue.






Fontes:
Disponivel em : < http://www.ung.br/arquivo/pesquisa/jic/VIII/63/CBV_resumo_63.pdf> Acessado em 30 de outubro de 2013

Disponivel em : < http://ronaldonogueira.blogspot.com.br/2013/10/hematologia.html> Acessado em 30 de outubro de 2013

Disponivel em : < http://www.medicinanet.com.br/conteudos/acp-> Acessado em 30 de outubro de 2013

Disponivel em : < medicine/4387/abordagem_das_doencas_hematologicas.htm> Acessado em 30 de outubro de 2013


Disponivel em : < http://www.infoescola.com/sangue/hematopoese/ > Acessado em 30 de outubro de 2013


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Como pode nascer outra pessoa igual a você? Gêmeos

Gêmeos são crianças nascidas no mesmo parto, ou seja, da mesma mãe e geralmente no mesmo dia. Formalmente eles podem ser de dois tipos: 

• Gêmeos monozigóticos, também chamados de idênticos ou univitelinos, são produto da fertilização de um único óvulo, com posterior divisão do zigoto.
Eles são o resultado da fecundação de um único óvulo, por um único espermatozoide, cujo zigoto, no início da gestação, divide-se em dois (ou mais), cada um fixando-se em uma região diferente do útero. Esses gêmeos são sempre do mesmo sexo e, de maneiras gerais, muito parecidos, chegando ao ponto de serem indistinguíveis. Eles têm genomas iguais.

• Gêmeos dizigóticos, também chamados fraternos ou bivitelinos, são produto da fertilização de dois óvulos diferentes no mesmo ciclo ovariano. Esses gêmeos podem ser do mesmo sexo ou de sexos diferentes e são tão parecidos quanto dois irmãos quaisquer. Geneticamente eles têm em média 50% de compartilhamento genômico. 


 A partir de cinco ou seis semanas, o ultrassom consegue detectar gêmeos não idênticos, porque existem duas bolsas e duas placentas separadas. Gêmeos idênticos, com uma placenta só, são diagnosticados mais tarde, com seis ou sete semanas. Mesmo assim, é arriscado cometer um erro de diagnóstico: imagina-se que se trata de uma gestação única e depois se descobre que são dois bebês.




Fontes:

http://www.icb.ufmg.br/mor/mor/Disciplinas/Embriologia/gemeos.htm



domingo, 20 de outubro de 2013

Gametogênese

É um processo pelo qual os gametas são produzidos nos organismos dotados de reprodução sexuada. Nos animais, a gametogênese acontece nas gônadas, órgãos que também produzem os hormônios sexuais, que determinam as características que diferenciam os machos das fêmeas. Evolutivamente, a gametogênese é considerada como um dos aspectos que possibilitam maior variabilidade em uma espécie
 O processo inicia-se com a multiplicação das células germinativas (diplóides – 2N), também denominadas de espermatogônias e ovogônias, por meio de sucessivas divisões mitóticas seguidas por divisões meióticas, quando propriamente são formados os gametas (células haplóides – N).
 Esse processo de maturação é chamado de Espermatogênese no sexo masculino e Ovogênese no sexo feminino
 No gênero masculino, esse mecanismo é contínuo, apresentando algumas variações durante a vida do indivíduo. Contudo tendo o seu princípio caracterizado no instante em que o organismo atinge a maturação (a puberdade), geralmente entre 13 e 16 anos de idade e declinando com o envelhecimento.

 No gênero feminino, as células germinativas são originadas no período embrionário, com quantidade suficiente para atender o mecanismo reprodutivo, expelindo normalmente um único gameta (ovulação) a cada ciclo menstrual. Esse marco, a primeira menstruação (menarca), determina a maturidade feminina, freqüente entre 12 e 15 anos de idade cessando com a menostasia (menopausa).

 Portanto, em conseqüência da diferença dos gêneros (masculino e feminino), a gametogênese pode ser classificada em espermatogênese e ovogênese.

A espermatogênese divide-se em quatro fases:
Fase de proliferação ou de multiplicação: Tem início durante a vida intra-uterina, antes mesmo do nascimento do menino, e se prolonga praticamente por toda a vida. As células primordiais dos testículos, diplóides, aumentam em quantidade por mitoses consecutivas e formam as espermatogônias .

Fase de crescimento: Começa na adolescência, sob o estímulo do FSH hipofisário. As espermatogônias se organizam em dois grupos, um que continuará a fase de multiplicação e outro que passa à fase de crescimento. Na fase de crescimento, cada espermatogônia (2n) apenas aumenta de volume, tornando-se espermatócitos de 1ª ordem (2n). Essa fase é muito curta.

Fase de maturação
: Também é rápida, nos machos, e corresponde ao período de ocorrência da meiose. Depois da primeira divisão meiótica, cada espermatócito de primeira ordem origina dois espermatócitos de segunda ordem (espermatócitos secundários ou espermatócitos II). Como resultam da primeira divisão da meiose, já são haplóides, embora possuam cromossomos duplicados. Com a ocorrência da segunda divisão meiótica, os dois espermatócitos de segunda ordem originam quatro espermátides haplóides.
Espermiogênese: É o processo que converte as espermátides em espermatozóides, perdendo quase todo o citoplasma. As vesículas do complexo de Golgi fundem-se, formando o acrossomo, localizado na extremidade anterior dos espermatozóides. O acrossomo contém enzimas que perfuram as membranas do óvulo, na fecundação.



Fontes:
Disponível: <  http://www.brasilescola.com/biologia/gametogenese.htm > Acessado em 20 de outubro de 2013

Disponível: <  http://www.famema.br/ensino/embriologia/gametogenese.php > Acessado em 20 de outubro de 2013
Disponível: <  http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia2/nucleo15.php > Acessado em 20 de outubro de 2013

Disponível: <  http://www.mundoeducacao.com/biologia/gametogenese.htm > Acessado em 20 de outubro de 2013

Disponível em <http://www.grupoescolar.com/pesquisa/a-gametogenese.html > Acessado em 20 de outubro de 2013



sábado, 19 de outubro de 2013

Período Fértil

O período fértil na mulher costuma acontecer no 14º dia.Esse vídeo esclarece um pouco sobre esse assunto que ainda causa tantas duvidas,principalmente nas mulheres.




terça-feira, 15 de outubro de 2013

Fusão: Ovulo + Espermatozoide

Fecundação é o processo no qual duas células sexuais se fundem para criar um novo individuo com potencial genético derivado de ambos os pais. A fecundação realiza, então, duas atividades independentes: sexual (combinação dos genes) e reprodutiva (criação de novos organismos). Um dos principais eventos da fecundação é o contato e reconhecimento entre espermatozoide e óvulo
  O espermatozoide deixa o pênis masculino através da ejaculação e é depositado na vagina próximo ao limite superior do cervix. Os espermatozoides então iniciam sua longa jornada em direção ao óvulo. Passando pela cervix, eles adentram ao útero. Aqui, eles nadam em direção aos tubos de falópio. Apenas em 14 milhões dos espermatozoides ejaculados chegarão aos tubos de falópio, mas uma vez lá, os espermatozoides devem utilizar-se de sinais químicos advindos do óvulo para guiá-los no caminho de seu encontro. Cada espermatozoide está dotado de enzimas capazes de lazer um pequeno orifício na superfície do óvulo para aceder ao seu interior, e todos lutam por consegui-lo Apenas um reconhece um óvulo quando as proteínas da cabeça da célula reprodutiva masculina se encontram com os açúcares que cobrem o seu exterior Os espermatozoides finalmente aproximam-se do óvulo e pressionam a sua superfície (chamada de zona pelúcida). Vários espermatozoides ligam-se a esta superfície, mas apenas um espermatozoide receberá a permissão para ir através do óvulo e chegar ao seu interior. Espermatozoides podem sobreviver por dois dias ou mais no muco cervical e, devido a isto, uma sincronização exata com o intercurso sexual (coito) não se faz necessária. Um espermatozoide ejaculado durante um intercurso realizado numa segunda-feira pode fertilizar um óvulo ovulado um ou dois dias após. 
 Então o núcleo que se encontra na cabeça do espermatozóide funde-se com o núcleo do óvulo, os 23 cromossomas de um juntam-se aos 23 cromossomas do outro e desta forma se constitui uma célula com 46 cromossomas, a célula-ovo ou zigoto, da qual derivam todas as células do organismo do novo ser.




Fontes:

Disponível em < http://www.vouterumbebe.com/search/encontro-do-espermatozoide-com-o-ovulo/ > Acessado em 15 de outubro de 2013

Disponível em < http://www.ebah.com.br/content/ABAAABB_UAJ/26976266-histologia-embriologia > Acessado em 15 de outubro de 2013
Disponível em < http://fertilidade.org/content/como-o-esperma-chega-o-óvulo > Acessado em 15 de outubro de 2013

Disponível em < http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50681&op=all > Acessado em 15 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aborto Espontâneo: Um momento difícil.

 Um aborto espontâneo também pode ser chamado de "aborto involuntário". Ele se refere a eventos de causa natural, e não a abortos decorrentes de procedimentos cirúrgicos ou de uso de medicamentos. Geralmente, o aborto espontâneo acontece até a 12ª semana de gestação, quando os principais órgãos do bebê estão se desenvolvendo. Muitas vezes é tão precoce que ocorre antes mesmo da mulher descobrir que está grávida, sendo o único sintoma o atraso na menstruação.
 A causa mais comum é a má formação do feto, ou seja, quando um defeito cromossômico impede o desenvolvimento do bebê. O aborto é a forma do corpo "decidir" por não levar adiante essa gravidez que não se desenvolve como "esperado”. Muitas vezes a mãe se culpa por ter feito atividade física no início da gestação, por ter levado algum tombo ou por ter tido relações sexuais, porém, em princípio nada disso é considerado causa de aborto espontâneo. Existem outras causas que podem levar ao aborto como Mau posicionamento do útero, alterações hormonais, Infecções, Uso de drogas, Uso de medicamentos de maneira incorreta, problemas emocionais, exposição a substâncias tóxicas, idade mais avançada da mãe, uso abusivo de bebidas alcoólicas e drogas.
O principal sintoma do aborto é o sangramento vaginal, que pode vir acompanhado de fortes dores abdominais e contrações uterinas. Em alguns casos, ao invés de sangue, a mulher elimina uma secreção, que indica que a bolsa se rompeu. A dúvida de muitas mulheres é se após sofrer um aborto espontâneo irão conseguir engravidar normalmente. Provavelmente sim. Sofrer um aborto não significa que as futuras gestações não vão se desenvolver até o fim.Quando o aborto espontâneo acontece, o tecido expelido através da vagina deve ser examinado para determinar se é de uma placenta normal ou uma mola hidatiforme. Também é importante verificar se há qualquer resquício de tecido gestacional no útero.

                 


FONTES:
Disponível em < http://www.tuasaude.com/causas-do-aborto-espontaneo/ > Acessado em 14 de outubro de 2013
Disponível em < http://bebe.abril.com.br/materia/aborto-espontaneo-por-que-acontece > Acessado em 14 de outubro de 2013
Disponível em < http://guiadobebe.uol.com.br/entenda-o-aborto-espontaneo/ > Acessado em 14 de outubro de 2013
Disponível em < http://www.minhavida.com.br/saude/temas/aborto > Acessado em 14 de outubro de 2013

Disponível em < http://medico.uol.com.br/br/topic/aborto-espontaneo-0/sinais-e-testes > Acessado em 14 de outubro de 2013